O Grampeador do Rei


Desde que surgiu o papel, muitas foram as formas usadas para tentar juntar várias folhas de papel, para que documentos maiores pudessem ser formados, cola, cera, fitas, mas foi só no século XVIII, que o rei francês Luis XV, fez com com que primeiro grampeador fosse criado, para a sua utilização exclusiva.

Segundo registros, o primeiro grampeador foi criado para substituir o selo de cera com a insignia da corte. Na época, o acessório era feito de ouro e até decorado com pedras preciosas. Por isso, não era um produto de uso popular.

Em 1866, George McGill criou o primeiro grampeador funcional, porém ainda era um trabalho muito braçal e cabia apenas um grampo de cada vez. Foi só em 1895 que a E.H. Hotchkiss Company, desenvolveu o grampeador mais “próximo” do que conhecemos hoje, era mais rápido de ser usado e podia-se colocar uma tira de grampos, e não apenas um, como no modelo anterior.

Grampeador George McGill

Grampeador Hotchkiss


A revolução em seu design aconteceu mesmo em 1937, quando um comerciante do mercado de papelaria Jack Linksy criou a Swingline, fácil de manusear e repor os grampos. Desde a sua criação, os grampeadores mantiveram praticamente o mesmo design.

Grampeador Swingline


Os grampeadores escolhidos para fazerem parte da seleção de acessórios da Amora Papel, são produzidos pela Ellepi Klizia, em Cologno Mozese na Itália, em pequenas levas por uma equipe de quatro pessoas. Eu vejo baleias, e você?


3 comentários


  • Railson Inácio

    Muito interessante!
    Gostaria de saber quais foram as suas fontes?


  • Alberto

    S´agora é que eu descobri que, no japonês, o grampeador chama-se “hotchikisu”
    embora eles tenham a palavra “suteepuraa” e se trata da marca, do mesmo modo que usamos, por exemplo “gillette” em lugar de “lâmina p/barbear”


  • Gisele Rampazzo

    Ótimo texto, adorei saber! Grampeador dourado com pedrinhas, acho chic! rsrs…


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